Osmundo Pinho

Osmundo Pinho é natural de Salvador, na Bahia. É doutor em Ciências Sociais (UNICAMP, 2003). Atua nos cursos de graduação e pós-graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e no Programa de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos da Universidade Federal da Bahia, em Salvador. É pesquisador associado do Instituto de Estudos Africanos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e coordenador do Grupo de Territorialidade, Violência e Patrimônio no Recôncavo da Bahia (UFRB/CNPq). Foi pesquisador visitante no Departamento de Estudos Africanos e da Diáspora da Universidade do Texas em Austin (2014) e bolsista Richard E. Greenleaf na Biblioteca Latino-Americana da Universidade de Tulane, em Nova Orleans (2020). Co-organizador, com João H. Costa Vargas, de “Antinegritude: O Sujeito Negro Impossível na Formação Nacional Brasileira” (2016) e autor de “Cativeiro: Antinegritude e Ancestralidade” (2021), além de outros livros, artigos e ensaios.

Ana Lúcia Silva Souza

“Sou fruto dos movimentos sociais negros do Brasil. Sou ativista, educador e um observador do mundo. Sou graduada em ciências políticas e sociais, mestre em ciências sociais, doutora e pós-doutoranda em linguística aplicada. Sou professora da Universidade Federal da Bahia, no Instituto de Letras. Coordeno o grupo de pesquisa RASURAS: Alfabetizações de Reexistência na Diáspora Negra. Sou afiliada à Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN). Faço parte do conselho de administração da ONG Ação Educativa. Em minhas pesquisas, tenho me aprofundado nos usos da linguagem, na alfabetização, na cultura hip-hop, na juventude e na ação afirmativa. Tenho várias publicações, incluindo o livro Alfabetizações de Reexistência – Poesia, Grafite, Música, Dança – Hip-Hop e também Alfabetizações no Ensino Médio, Ed. Parábola.”

TIELY

TIELY nasceu em abril de 1975. É um artista multidisciplinar da zona leste de São Paulo. Faz parte da geração do hip-hop dos anos 90. Tiely já trabalhou e continua trabalhando em inúmeros projetos musicais e audiovisuais, nos quais se empenha em dar visibilidade aos debates sobre gênero e sexualidade na cultura hip-hop e na sociedade brasileira em geral. Tiely é poeta, educador, ator, escritor e cineasta, atuando como educador de artes há mais de 20 anos. Além da arte e da educação, é um grande amante e praticante de esportes. No âmbito dos esportes, ele se concentra principalmente no futebol, no rúgbi e no boxe. Tiely publicou blogs, artigos, ensaios e poesia. Ele também publicou em coletâneas acadêmicas. É conhecido como o primeiro artista de hip-hop transgênero do Brasil reconhecido nacionalmente.

ilustradores

 

Ani Ganzala

Meu nome é Ani Ganzala, sou artista visual, mãe, negra e queer, moro em Salvador, no Brasil; meu trabalho gira em torno da afetividade e da espiritualidade das mulheres negras e das pessoas queer. 

@ganzalarts

Foto de Esthefanía Preciado O.

Anthony Smith Júnior

Crio obras repletas de espaços ricos e densos. Esses espaços se fundem em mundos vibrantes e, por vezes, florais, onde frequentemente enceno fantasias morais, políticas ou filosóficas por meio de gestos caligráficos e colagem. Costumo sobrepor camadas e apagar partes do trabalho para capturar o fantasma do que veio antes. Vejo a missão da minha arte como uma tentativa de descrever o mundo sem os filtros que criamos para dar sentido a esse mundo. Os ataques visuais que crio fazem tentativas passageiras de estabelecer equilíbrio no sentido tradicional, mas, na maioria das vezes, representam uma forma de estática visual, em vez de harmonia composicional.

www.anthonysmithjr.com