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Neste livro inovador, Osmundo Pinho oferece uma importante contribuição aos Estudos Negros em âmbito transnacional ao colocar o afro-pessimismo em diálogo com a “Ancestralidade”, um importante conceito teórico emergente do campo dos Estudos Negros no Brasil. No livro, Pinho argumenta que a morte social e a ancestralidade coexistem, estão em tensão e são, ambas, formas de transformação. No caso da obra de Pinho, que alguns estudiosos têm chamado de “afro-otimismo”, o autor reconhece tanto a morte social quanto a vida negra, vivida em relação à ancestralidade, e oferece um marco através do qual a libertação negra pode ser alcançada.